A minha Flor!
Éssa é invisível...
Sem pétalas, nem folhas.
Com um caule forte e seguro.
A minha flor,
Tem perfumes sensíveis,
Aromas doces e quentes.
Sedutores de uma cumplíce simplicidade.
Tem o pólen do momento.
A minha Flor!
Tem espinhos,
Espinhos feitos degraus.
Degraus que aprendi a conquistar,
Que aprendi a ouvir,
A sentir e a acalmar.
A minha Flor, tem espinhos.
Espinhos, que ferem os sentidos.
De profundos sentimentos,
Desejados e não vividos.
Estes são espinhos,
Renascidos quereres, tormentos, desejos...
De sonhos adormecidos,
De alegrias por VIVER,
De pedidos por realizar,
De desejos perdidos, adormecidos.
Na raiz mais profunda deste ser...
Raízes que ferem a terra,
De desejos por VIVER.
De vontade por sentir,
De sonhos por concretizar.
Na procura de um pouco mais desse alimento...
Alimento feito desejo,
Alimento feito MOMENTO.
a. f. m. v.










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